Toda família tenta limitar. Nenhuma consegue zerar. Então a gente virou o jogo: se vai ter tela, que seja a que ensina — um jogo que seu filho ama como desenho e que treina cores, números, memória, atenção e lógica como a melhor escolinha. Com a Nina falando tudo em voz alta, ele joga sozinho antes mesmo de saber ler.
Sem anúncios · sem compras para a criança · a conta é do adulto (LGPD)
Os números da guerra que você luta todo dia — e a virada que quase ninguém te conta:
OMS e Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam no máximo 1 hora de tela por dia dos 2 aos 5 anos — e de conteúdo de qualidade.
Crianças pequenas passam em média cerca de 3 horas por dia em telas (Common Sense Media) — e os levantamentos brasileiros apontam números ainda maiores.
Excesso de vídeo passivo em pré-escolares está associado a atraso de linguagem e piores resultados em testes de desenvolvimento (estudos no JAMA Pediatrics).
O problema não é a tela — é o que passa nela. A mesma ciência mostra que conteúdo interativo, de qualidade e no ritmo da criança melhora vocabulário, atenção e raciocínio. Tela boa existe. Ela só é rara.
A Nina existe para ser exatamente isso: a melhor hora de tela do dia. A criança acha que ganhou um joguinho. Você sabe que ela ganhou uma escolinha.
Cada detalhe do jogo da Nina existe por um motivo pedagógico — do jeito que ela elogia até a regra de estrelas para trocar de fase.
Instruções, contagem, elogios e dicas — tudo em voz alta, em português. Criança de 3 anos joga sozinha, sem saber ler. Se ela para, a Nina repete a pergunta com paciência.
Cada fase dá até 3 estrelas. Com menos de 2, a próxima não abre — e a Nina chama para treinar de novo. Repetir não é castigo: é exatamente como o cérebro fixa (e a criança nem percebe que está revisando).
A jornada alterna 9 tipos de desafio, cada um puxando um músculo diferente:
A Nina jamais diz "você é inteligente" — ela elogia a tentativa e a estratégia ("essa estratégia acendeu 3 fagulhas!"). Errar responde com carinho e uma dica. É assim que se cria criança que gosta de desafio, não que tem medo de errar.
Não inventamos pedagogia. Aplicamos o que décadas de pesquisa já mostraram que funciona — em formato de brincadeira.
Jogos de "onde mora o número" melhoram o senso de quantidade e estão entre os melhores preditores do desempenho futuro em matemática (Siegler & Ramani).
fase: Trilha do RiachoAtenção, memória de trabalho e autocontrole são treináveis justamente dos 3 aos 6 anos — e predizem sucesso escolar mais que QI (Adele Diamond).
fase: Ache as FagulhasLembrar ativamente fixa muito mais que rever passivamente (Karpicke & Roediger). É por isso que o jogo pede para repetir fases — e transforma isso em conquista.
regra: estrelas e repetiçãoElogiar esforço e estratégia cria crianças que tentam; elogiar "inteligência" cria medo de errar (Carol Dweck). Cada frase da Nina segue essa regra.
em cada fala do jogoE uma honestidade que você não vai ver em outros apps: nenhum joguinho substitui sono, brincadeira livre e colo. Por isso as sessões são curtas por padrão — a mata "anoitece" e o jogo se despede, sem choro de "só mais uma".
Email e senha, só isso. A conta é sua — a criança não digita nada e não vê nada além do jogo.
Ela pergunta o nome e a idade — e calibra a dificuldade para 3, 4 ou 5 anos. Daí em diante, chama seu filho pelo nome a jornada inteira.
15 fases por 5 regiões do Pantanal — da Baía Alumia à Trilha da Onça — no tablet, celular ou computador. O progresso fica salvo na nuvem — pode trocar de aparelho que a jornada continua.
A Nina é uma vaga-lume da Baía Alumia, no coração do Pantanal. Cada fase acontece num pedaço real do maior alagado do planeta — e cada carta que a criança ganha ensina um fato verdadeiro sobre os bichos daqui.
O Pantanal é o lugar do mundo onde é mais fácil ver uma onça. No jogo ela não é vilã: é a força que se respeita de longe.
Quase desapareceu e foi salva. Vira a personagem das cores — e uma história de esperança que a criança leva pra vida.
O jabuti de 90 anos que nunca dá a resposta pronta: devolve uma pergunta melhor. É o mentor da Nina.
Cada fase vencida rende uma carta colecionável com um fato real. Ela junta figurinha; você vê ciência de verdade.
Estamos abrindo o Pantanal da Nina agora — quem entrar hoje acompanha o produto crescendo (e as famílias fundadoras terão condição especial quando o Premium chegar).
Sim — o jogo foi desenhado exatamente para isso. A Nina fala todas as instruções em voz alta, conta junto com a criança e repete a pergunta se ela ficar parada. O adulto só ajuda no primeiro acesso (criar a conta e digitar o nome).
Recomendamos sessões curtas — de 10 a 20 minutos. O jogo foi construído para ser intenso e curto, não infinito: sem feed, sem rolagem, sem "próximo vídeo". Uma fase por dia já é um treino excelente. Um tico de luz por dia.
Tablet, celular e computador, direto no navegador — sem instalar nada. Para a voz funcionar, é só tocar em COMEÇAR quando o jogo pedir (regra dos navegadores para áudio).
O mínimo: email e senha do adulto (para a conta), primeiro nome e idade da criança (para personalizar o jogo) e o progresso das fases. Sem rastreadores de publicidade, sem venda de dados, dentro da LGPD.
Nenhuma. Estamos construindo o produto em público e queremos famílias fundadoras jogando e dando feedback. O plano pago (Premium) virá com as jornadas de 6-8 e 9-12 anos e recursos para os pais — a jornada 3-5 que você começa hoje continua sua.
A tela vai acontecer de qualquer jeito. Crie a conta grátis e faça ela trabalhar a favor do seu filho — no primeiro "acertei!" você entende.
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